Tiwanaku (Bolívia): ruínas de uma civilização pré-inca

Tiwanaku, (também conhecido como Tiahuanaco ou Tiahuanacu) é um sítioarqueológico pré-colombiano que fica na Bolívia, a mais ou menos 72 quilômetros de La Paz. É considerado um dos mais importantes precursores do Império Inca.

Como é pertinho de La Paz, dá para fazer um bate-volta fácil (contanto que você já tenha superado o soroche ou mal de altura). Várias empresas organizam pequenas excursões “full day”, de um dia só, para a região. Outra opção, se você estiver viajando pela Bolívia de carro, é passar por Tiwanaku no caminho para o Lago Titicaca.

Nós visitamos Tiwanaku em uma das excursões. O caminho é bom, mas o mini-ônibus é meio desconfortável e estava completamente lotado de turistas de toda parte do mundo. Por isso, o guia falava espanhol e inglês, alternando a cada frase, o que foi um pouco cansativo — preferiríamos que ele desse toda a explicação em uma lingua e depois trocasse. A excursão pega todos os participantes no seu próprio hotel e, por isso, demora muito tempo para começar realmente.

Tiwanacu: Porta do Sol

Tiwanacu: Porta do Sol

Vamos direto para Tiwanaku. No ingresso (que custa 80 bolivianos para estrangeiros) está incluida a entrada em dois museus, que visitamos antes das ruínas. A primeira parada é no Museu Lítico, que tem alguns itens pequenos e a estrela principal da festa: o monolito Pachamama. É a maior escultura encontrada no sítio arqueológico de Tiwanaku, e, depois de passar uns tempos em La Paz, foi devolvida a cidade. A segunda parada foi no Museu Nacional de Arqueologia de Tiwanaku, que conta melhor a história do local, além de apresentar várias peças de cerâmica produzidas pela civilização tiwanaku e também por outras civilizações pré-incas.

Mas o ponto alto do dia é passear pelas ruínas do sítio arqueológico de Tiwanaku. A área principal conta com a mágnífica Porta do Sol. A pirâmide já não tem mais quase nada… E o local mais impressionante talvez seja o Templo do Subsolo, que fica meio a baixo da terra. É a parte mais bem conservada.

Prato principal: lhama!

Prato principal: lhama!

Depois da visita, o tour parou para almoçar em um restaurante local bem simples. O prato principal foi carne de lhama! A cor é meio acinzentada, e o gosto é meio parecido com carne de vaca, só que achei mais salgadinho (mas talvez tenha sido só o tempero, não sei).

Depois do almoço ainda fizemos uma parada em Puma Punku, outro sítio arqueológico da região. Aqui, apesar de parecer menos conservado, dá para notar que os blocos de construção eram ainda maiores e os encaixes mais certinhos, mais parecido com o estilo inca. Mas como eles construiram tudo isso ainda é um mistério!

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