3×4 Nova York: dicas de quatro blogueiros de viagem

Construída entre parques e arranha-céus, Nova York é uma das cidades mais extraordinárias do mundo, tanto é que é cenário de um número incontável de filmes e musa-inspiradora para muitos hits da música internacional. Com mais de 50 milhões de visitantes por ano, é um destino capaz de agradar pessoas com gostos completamente diferentes. No mês de aniversário do SOSViagem, decidimos dar uma mordida na chamada Big Apple.

Nova York é uma das cidades mais visitadas por turistas no mundo.

Até a Estátua da Liberdade está ansiosa para ver as opiniões dos convidados do 3×4 de Nova York.

Só recapitulando: essa coluna mensal se chama TRÊS POR QUATRO e funciona assim: quatro pessoas vão nos contar suas três preferências sobre um determinado tema relacionado a viagens, claro! Nós já fizemos algumas edições da coluna.

Reveja todos os nossos TRÊS POR QUATRO:
Londres - Rio de Janeiro - Buenos Aires - Orlando - Praias Brasileiras - Reveillon - Natal-RN - Cidades Românticas - Marrocos - Las Vegas - Nova York

Nesse mês, quatro blogueiros de viagem vão sugerir três lugares para visitar em Nova York. Nossos convidados são:

O SOSViagem agradece a participação dos blogueiros, que trazem perspectivas e opiniões diferentes para a sua viagem.

Embarca nessa aventura com a gente?

Bibi

Bibi e Ursa do Gira Mundo

Clube de jazz em Nova York.

Clube de jazz em Nova York.

Fat Cat

Nova York é um dos berços do jazz e, por isso, tem locais excelentes de onde saíram nomes lendários, como John Coltrane, Miles Davis e Bill Evans. Há várias casas famosas, mas a minha preferida é a Fat Cat. No subsolo da Christopher Street, em Greenwich, você encontra música de qualidade e jogos de todos os tipos. Enquanto algumas pessoas estão em uma partida acirrada de ping-pong ou xadrez, outras sentam nos sofás confortáveis e ouvem um jazz de primeira linha. Vale lembrar que a entrada custa só US$3 e a cerveja é bem barata, cerca de US$4.

Sleep No More.

Sleep No More.

Sleep No More

Os musicais do Rei Leão e Fantasma da Ópera são realmente fascinantes, mas tem espetáculos off-Broadway que também não ficam nem um pouco atrás. Um deles é o Sleep No More, um musical com dança contemporânea bem diferente de tudo que você já viu. O espetáculo acontece dentro de vários andares do McKitttrick Hotel, os visitantes colocam máscaras e saem atrás dos personagens, que circulam por vários ambientes. As surpresas são muitas e uma dicas é não ter medo de se perder dos seus amigos, no final do show essa é a graça. E se você não souber falar inglês não tem problema, quase não há diálogos. O ingresso custa cerca de US$80.

Brooklyn.

Brooklyn.

Brooklyn

Do outro lado da ilha de Manhattan fica o Brooklyn, um dos lugares mais descolados de Nova York. O distrito é enorme e dividido em várias áreas: Williamsburg é a mais famosa delas, com vários restaurantes gostosos, muito movimento, lojas descoladas e a feira gastronômica Smorgsburg, que acontece todos os sábados. Bushwick é uma galeria de arte a céu aberto, com suas ruas coloridas por grafites. O Prospect Park, em Prospect Heights, foi feito como “teste” para o Central Park e reserva jardins belíssimos. Bem perto fica o Brooklyn Museum, um dos melhores espaços culturais da cidade. Não deixe de ver o pôr do sol enquanto atravessa a Brooklyn Bridge.

Marcella

Marcella e Marianna do Segredos de Viagem

Broadway.

Broadway.

Cena cultural e artística de Nova York – incluindo a Broadway, claro.

A vida cultural de Nova York é vibrante, com opções para todos os bolsos e gostos. De cinema ao ar livre, uma infinidade de museus, passando por concertos, danças e shows, até enfim chegar na famosa Broadway, o clichê mais gostoso de Nova York na minha opinião. Assistir uma peça teatral da Broadway é uma experiência tanto turística quanto local, já que muitos nova iorquinos acompanham as programações e vão ao teatro com frequência. O estilo mais conhecido são os famosos musicais, como os clássicos Wicked e Rei Leão, até montagens mais atuais como Fun Home e Dear Evan Hansen. Mas, há também peças de altíssimo nível nos teatros ao redor da Times Square para quem está com o inglês afiado. Se você quer assistir um musical da Broadway mas não está muito confiante com a língua, escolha uma opção com músicas ou enredos conhecidos como Aladdin, Rei Leão e, em breve, Frozen!

Cookies da Levain Bakery.

Cookies da Levain Bakery.

Pegar um cookie da Levain Bakery e passear no Central Park

Chocólatra assumida como sou, não poderia deixar de mencionar os imbatíveis cookies da Levain Bakery. Não estou exagerando, é coisa de outro mundo mesmo! Como a unidade principal fica pertinho do Central Park, quando eu estou em Nova York adoro pegar um (ou dois, ou três!) cookies para viagem e caminhar até o Central Park. O parque é tão grande que cada vez que vou eu descubro um cantinho novo para explorar, sentar e apreciar uma das iguarias mais gostosas da culinária americana. =P

Nova York é de todo mundo e para todo mundo!

Nova York é de todo mundo e para todo mundo!

Diversidade em todo lado

Latinos, Africanos, Russos, Chineses, Europeus, Australianos… Judeus, Católicos, Protestantes, altos, baixos, gordos, magros… Bares em Meatpacking, sossego e elegância em Upper East Side, grafitte em Bushwickrooftops do Brooklyn, arte no Lincoln Center, missa e almoço gospel no Harlem. Nova York é de todo mundo e para todo mundo!

Milena

Milena do Magali Viajante

High Line Park.

High Line Park.

High Line Park

O meu lugar preferido de Nova York é uma linha linha férrea desativada que foi transformada em um parque suspenso, o High Line. O parque é um convite à uma caminhada contemplativa de várias facetas de Nova York. Parte dele fica localizado em um dos bairros mais legais da cidade, o Chelsea e de lá se vê a vida cotidiana no bairro, galerias de arte, uma bela vista do Rio Hudson e um pôr do sol de tirar o fôlego. Imperdível!

Best Bagel & Coffee.

Best Bagel & Coffee.

Best Bagel & Coffee

Uma visita à Nova York não está completa se você não comer um bom bagel. E um dos melhores da cidade é o do Best Bagel & Coffee, perto da Penn Station. A dica é pedir o Lox, com salmão defumado, cream cheese, alface, tomate e dill no bagel tradicional. Nem precisa me agradecer pela dica!

 

 

Doughnut Plant.

Doughnut Plant.

Doughnut Plant

E se você não pode ficar sem um doce, tem que passar no Doughnut Plant. A casa especializada em donuts faz desde rosquinhas tradicionais até umas mais diferentonas, como o de abóbora ou de matcha. Todos são muito bons e eu duvido você comer só um, mas não saia de lá sem provar o donut tradicional, com creme de baunilha. É dos deuses!

Naná

Naná e Fabiano do Lá vai Naná

Top of the Rock.

Top of the Rock.

Top of the Rock

O Top of the Rock foi nosso observatório favorito em NYC. Do topo de seus 67 andares tem-se uma visão privilegiada da ilha de Manhattan: de um lado, os arranha-céus da Big Apple, com o Empire State Building em primeiro plano. Do outro, uma linda vista indevassável do Central Park. Uma bela dica é subir no fim de tarde e ver o pôr do sol lá de cima. Atenção: considere de 30 a 45 minutos de espera na fila quando for marcar seu horário de visita. O Top of the Rock fica no GE building, dentro do Rockefeller Center, um centro comercial onde estão a sede da NBC e o Radio City Music Hall, outras ótimas atrações pra conhecer.

Central Park.

Central Park.

Central Park

Não à tôa, esse é talvez o parque mais famoso do mundo. No coração de Manhattan, seus mais de 3 km2 de área concentram lagos, pontes, jardins, fontes, museus, áreas de esporte e lazer, além de outros pontos de interesse. A cada estação, a paisagem é diferente. Visitamos o parque no outono, o que nos proporcionou uma paleta de cores verde-amarelo-laranja sensacional! O ideal é reservar mais de um dia para conhecer o máximo possível do Central Park. Dica: alugue uma bike para otimizar o tempo!

Bushwick.

Bushwick.

Bushwick

Saindo um pouco do circuito mainstrem nova iorquino, um ótimo programa para se fazer fora do caos de Manhattan é visitar a área de Bushwick. Trata-se de uma região do Brooklyn que vem chamando a atenção de artistas, grafiteiros e gente descolada, após o hype de Williamsburg. São diversas paredes grafitadas concentradas numa área relativamente pequena. Vale muito a pena conhecer o trabalho de artistas de várias partes do mundo espalhado pelos muros do bairro, que já sofre os efeitos da gentrificação, mas onde ainda se consegue encontrar pequenos restaurantes mexicanos familiares, por exemplo.

Continue organizando sua viagem:

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